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Jovens se reúnem dentro do #ArenaNETMundial para debater Direitos Humanos na Internet

O debate  reuniu jovens comunicadores de todas as regiões do Brasil para discutir a participação infanto-juvenil na internet. A reunião realizada pela Safernet em parceria com o Desabafo Social, Renajoc e Viração, trouxe num dos pontos mais importantes à importância da inclusão digital e a garantia do direito básico para a população mais carente.

Além da troca de cultura causada pelas diferenças geográficas dos participantes, a diferença social ficou evidente no ambiente, causando assim outra troca de vivência e experiência dos convidados, o que contribuiu muito no debate sobre a internet segura.

Ao fim da reunião, Rodrigo Nejm da Safernet afimou que o importante não é criar uma nova rede, e sim soma-las como forma de fortalecer a luta de cada movimento.

Direitos Humanos é tema de debate na #ArenaNETMundial

Num dos debates mais importantes do evento, a “A Internet e os Direitos Humanos”, reuniu alguns dos mais importantes nomes de ativistas e cyberativistas dos direitos humanos como o jornalista e blogueiro Leonardo Sakamoto, a também jornalista e cyberativista Nana Queiros do #EuNãoMerecoSerEstuprada, o cyberativista francês Jérémie Zimmermann; o coordenador do Fora do Eixo, Pablo Capilé; o ativista e rapper GOG e o músico e responsável pela Casa de Cultura Tainã, TC.

Antes do debate, o local já trazia uma mostra do que seria o debate dos participantes, com as fotos espalhadas do rosto do ex-espião da CIA, Edward Snowden. As falas dos debatedores arrancaram muitos aplausos num debate eufórico e com muita emoção trazida pelos convidados.

 

Frases que marcaram o debate

Leonardo Sakamoto

“O reacionário começa ver todo mundo discutindo, trocando informações na internet, algo que nunca viu, e reage”.

 

Nana Queiroz

“Não está na hora de ouvirmos os movimentos feministas e não uma garota que fez uma campanha na internet?”.

“Eu não sou a única mulher falando. Eu sou a única mulher sendo ouvida, e por sorte”

 

Pablo Capilé

“O Snwden se manifestou e o Marco Civil foi levado adiante. Mas há anos que os movimentos sociais estão nas ruas falando isso”.

 

TC

“A internet é algo desconhecido para o Brasil. Somente metade da população tem acesso”.

 

GOG

“Não temos maioria feminina, mas temos a maioria negra”.

“É preciso ocupar territórios”.

“Existe um genocídio da juventude negra”.

O mundo aplaude o Brasil na #ArenaNETMundial.

“Recente aprovação do Marco Civil da Internet representa um avanço mundial”, afirmam convidados.

A mesa que discutiu a internet mundial reuniu personalidades importantes como artista Gilberto Gil, o criador da Web Tim Berners Lee, o Ministro-Chefe da Secretária-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho, o ativista e professor Sergio Amadeu, o patriarca da internet brasileira Demi Getshoko e entre outros.

Todos os convidados parabenizaram o Brasil por causa da recente aprovação do #MarcoCivildaInternet. Para o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, a proposta envolvia muitos interesses, mas sua aprovação quase unanime é considerada um “Milagre político”.

Os discursos colocaram que a sanção da nova lei significa maior liberdade e segurança aos internautas, e fizeram questão de ressaltar que nenhum país do mundo possui uma lei para Web tão completa como o Brasil.

” Espero continuar contando com a participação da sociedade, em especial da juventude, para que possamos avançar ainda mais”, disse o deputado Alessandro Mollon, relator do Marco Civil.

Cyberativistas e pesquisadores discutem participação social na Web

No debate da tarde de hoje (24/04) na #ArenaNETMundial reuniu pesquisadores da web e cyberativistas para debaterem com o tema “Novas Formas de Participação Social em Rede”. A conversa relembrou momentos da participação da juventude no campo virtual no mundo inteiro, principalmente no Brasil com as chamadas Jornadas de Junho.

Uma das debatedoras, a Daniela Silva da Transparência Hacker, levantou pontos importantes que arrancou aplausos do público, entre eles ela diz que não adianta o governo olhar para internet de forma inovadora se o Estado é conservador, e cita o caso de militantes que são pressionados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal tendo seus dados pessoais invadidos pelo Estado.