Arquivo da categoria: Eventos

Seminário Mídia e Direitos Humanos

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Hoje participamos do Seminário Mídia e Direitos Humanos promovido pela ONG Cipó Comunicação Interativa, pelo O Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC) da Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pelo Intervozes.

O evento foi realizado no Colégio Estadual Dalva Matos,  no subúrbio de Salvador, com os alunos do ensino médio. Dando inicio as atividades, o professor Jeovandro, da Faculdade de Comunicação da UFBA, destacou a influência da mídia no cotidiano das pessoas.  “Os meios de comunicação segregam as pessoas. Como eu posso representar o outro nos meios de comunicação sem preconceito?”, disse.

A estudante Jaiana dos Santos, 15, manifestou indignação com que é transmitido nos programas policialescos. “A comunicação é um perigo para sociedade. A TV só passa coisas ruins sobre a favela, mas não é bem assim.” Paulo Vitor, do Intervozes, questionou o público. “Assistimos os programas policialescos, sensacionalistas por que queremos ou por que é o que tem?”. Logo em seguida, Paulo Vitor trouxe um exemplo de uma emissora de televisão que tinha um programa o qual violava os direitos humanos de homossexuais. Esse programa saiu do ar por 30 dias. Nesse período foram exibidos programas educativos e voltados a promoção da dignidade da pessoa humana. O resultado foi que a audiência triplicou. Isso significa que assistimos esses programas porque é o que tem.

A comunicação apesar de ser um direito, sempre foi tratada como negócio. Onde tem negócio, onde tem mercadoria há desigualdade. E por isso, os estudantes sugeriram que para exaltar a beleza e a cultura das periferias de Salvador, é necessário que os movimentos sociais e a sociedade civil unam forças para valorizar as mídias alternativas já existentes.

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Nota

“Qual não foi, porém a nossa decepção ao vermos que o idiota preconceito em vez de diminuir cresce […] que os soldados pretos que nos campos de batalha têm dado provas de heroísmo, são postos oficialmente abaixo do nível de … Continuar lendo

Nota

  No dia 15 de maio, o Desabafo Social, por meio da Monique Evelle, participou do 14º ano de mobilização do “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, celebrado no dia 18 de … Continuar lendo

Jovens se reúnem dentro do #ArenaNETMundial para debater Direitos Humanos na Internet

O debate  reuniu jovens comunicadores de todas as regiões do Brasil para discutir a participação infanto-juvenil na internet. A reunião realizada pela Safernet em parceria com o Desabafo Social, Renajoc e Viração, trouxe num dos pontos mais importantes à importância da inclusão digital e a garantia do direito básico para a população mais carente.

Além da troca de cultura causada pelas diferenças geográficas dos participantes, a diferença social ficou evidente no ambiente, causando assim outra troca de vivência e experiência dos convidados, o que contribuiu muito no debate sobre a internet segura.

Ao fim da reunião, Rodrigo Nejm da Safernet afimou que o importante não é criar uma nova rede, e sim soma-las como forma de fortalecer a luta de cada movimento.

Direitos Humanos é tema de debate na #ArenaNETMundial

Num dos debates mais importantes do evento, a “A Internet e os Direitos Humanos”, reuniu alguns dos mais importantes nomes de ativistas e cyberativistas dos direitos humanos como o jornalista e blogueiro Leonardo Sakamoto, a também jornalista e cyberativista Nana Queiros do #EuNãoMerecoSerEstuprada, o cyberativista francês Jérémie Zimmermann; o coordenador do Fora do Eixo, Pablo Capilé; o ativista e rapper GOG e o músico e responsável pela Casa de Cultura Tainã, TC.

Antes do debate, o local já trazia uma mostra do que seria o debate dos participantes, com as fotos espalhadas do rosto do ex-espião da CIA, Edward Snowden. As falas dos debatedores arrancaram muitos aplausos num debate eufórico e com muita emoção trazida pelos convidados.

 

Frases que marcaram o debate

Leonardo Sakamoto

“O reacionário começa ver todo mundo discutindo, trocando informações na internet, algo que nunca viu, e reage”.

 

Nana Queiroz

“Não está na hora de ouvirmos os movimentos feministas e não uma garota que fez uma campanha na internet?”.

“Eu não sou a única mulher falando. Eu sou a única mulher sendo ouvida, e por sorte”

 

Pablo Capilé

“O Snwden se manifestou e o Marco Civil foi levado adiante. Mas há anos que os movimentos sociais estão nas ruas falando isso”.

 

TC

“A internet é algo desconhecido para o Brasil. Somente metade da população tem acesso”.

 

GOG

“Não temos maioria feminina, mas temos a maioria negra”.

“É preciso ocupar territórios”.

“Existe um genocídio da juventude negra”.

O mundo aplaude o Brasil na #ArenaNETMundial.

“Recente aprovação do Marco Civil da Internet representa um avanço mundial”, afirmam convidados.

A mesa que discutiu a internet mundial reuniu personalidades importantes como artista Gilberto Gil, o criador da Web Tim Berners Lee, o Ministro-Chefe da Secretária-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho, o ativista e professor Sergio Amadeu, o patriarca da internet brasileira Demi Getshoko e entre outros.

Todos os convidados parabenizaram o Brasil por causa da recente aprovação do #MarcoCivildaInternet. Para o ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, a proposta envolvia muitos interesses, mas sua aprovação quase unanime é considerada um “Milagre político”.

Os discursos colocaram que a sanção da nova lei significa maior liberdade e segurança aos internautas, e fizeram questão de ressaltar que nenhum país do mundo possui uma lei para Web tão completa como o Brasil.

” Espero continuar contando com a participação da sociedade, em especial da juventude, para que possamos avançar ainda mais”, disse o deputado Alessandro Mollon, relator do Marco Civil.

Cyberativistas e pesquisadores discutem participação social na Web

No debate da tarde de hoje (24/04) na #ArenaNETMundial reuniu pesquisadores da web e cyberativistas para debaterem com o tema “Novas Formas de Participação Social em Rede”. A conversa relembrou momentos da participação da juventude no campo virtual no mundo inteiro, principalmente no Brasil com as chamadas Jornadas de Junho.

Uma das debatedoras, a Daniela Silva da Transparência Hacker, levantou pontos importantes que arrancou aplausos do público, entre eles ela diz que não adianta o governo olhar para internet de forma inovadora se o Estado é conservador, e cita o caso de militantes que são pressionados pelo Ministério Público e pela Polícia Federal tendo seus dados pessoais invadidos pelo Estado.

Desabafo Social leva o prêmio!

PRÊMIO DE TODA EQUIPE DO DESABAFO SOCIAL.

Na cerimônia de abertura do XXV Congresso da ABMP, Monique Evelle, foi premiada pelo seu trabalho no Desabafo Social, rede composta por adolescentes e jovens inseridos em movimentos sociais, que busca contribuir para que os direitos humanos ganhem sentido no cotidiano de meninos e meninas. A rede realiza oficinas, chats online e publica uma revista eletrônica, com conteúdos produzidos por adolescentes e jovens.

A equipe do Desabafo Social agradece a você por fazer parte e acreditar nesta rede!

 

 

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Rede de Participação Juvenil da ABMP

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CARTA DA REDE DE PARTICIPAÇÃO JUVENIL DA ABMP

Nós, adolescentes e jovens representantes da Rede de Participação Juvenil da ABMP, reunidos entre os dias 25 e 28 de março, em Foz do Iguaçu (PR), durante o XXV Congresso da ABMP, no exercício do direito à participação, preconizado pela Convenção dos Direitos da Criança e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, apresentamos a seguir nossas considerações e recomendações sobre as Diretrizes da Justiça Adaptada às Crianças e Adolescentes; a Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral dos Direitos de Crianças e Adolescentes; o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE).

Considerando:
a) Que a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, bem como o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto da Juventude, garantem a participação de crianças, adolescentes e jovens enquanto um Direito Humano, a ser cumprido por todas as nações signatárias;

b) Que as Diretrizes da Justiça Adaptada à Criança e ao Adolescente do Conselho de Europa e do MERCOSUL reforçam a idéia de aplicação do Sistema de Justiça de acordo com as necessidades do segmento infanto-juvenil e, para tanto, os adolescentes são protagonistas e podem apresentar o que vivenciam no dia a dia;

c) Considerando que na Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral dos Direitos da Criança e do Adolescente está clara a necessidade de atuação conjunta das políticas públicas na promoção dos direitos infanto-juvenis;

d) Considerando que o direito à participação infanto-juvenil está previstio nos Planos Nacionais de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes e no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – Sinase;

e) Considerando a necessidade de fortalecer a Rede de Participação Juvenil da ABMP enquanto espaço pioneiro de debate, proposição e avaliação do Sistema de Justiça da Infância e Juventude a partir dos próprios adolescentes e jovens;

Recomendamos:
Promover a escuta dos adolescentes e jovens nos processos de elaboração, implementação e avaliação de planos e programas voltados a este segmento, em especial o Plano Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Projeto Político Pedagógico do SINASE;

Fomentar a participação crianças, adolescentes e jovens nos espaços de formulação e monitoramento das políticas públicas da infância e adolescência, em especial dos Conselhos Estaduais DCA, articulando a garantia de participação juvenil nesses espaços, devidamente, registradas em seus regimentos;

Promover as adaptações necessárias à participação de crianças e adolescentes no Sistema de Justiça, garantindo:
a) A existência de equipes multidisciplinares, com psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e outros profissionais, que possam atender as crianças e os adolescentes de forma adequada, levando em conta sua condição peculiar de desenvolvimento;

b) A sensibilização e capacitação de todos os atores do Sistema de Justiça da Infância e Adolescência, para a promoção da participação juvenil nos processos judiciais onde crianças e adolescentes figurem como testemunhas, vítimas ou autores;

c) O uso de linguagem amigável, na qual se decodifique os termos jurídicos num vocabulário de fácil entendimento para a criança e para o adolescente;

d) A opção preferencial pela realização de depoimentos com redução de danos;

Garantir a participação de adolescentes e jovens nos espaços/processos de discussões das ações de enfrentamento do abuso e exploração sexual, em especial, no contexto dos mega eventos esportivos que acontecerão nos próximos anos. Para tanto, propomos:
a) Produção de material informativo, voltado para o público infantojuvenil que possa subsidiar ações de formações/sensibilização deste público;
b) Articular ações de educação entre pares, onde um adolescente possa sensibilizar o outro sobre os mecanismos/serviços de proteção e denúncia de violência sexual, como o Disque 100 e/ou Conselhos Tutelares;
c) Fortalecer, ampliar e facilitar a participação dos adolescentes nos espaços (fóruns, comitês, comissões, etc.) que discutam e promovam ações de enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, considerando as necessidades específicas desse público;
d) Capacitar os atores do Sistema de Garantia de Direitos e da Justiça da Infância para atuarem no enfrentamento de casos de violência sexual ocorridas no âmbito da internet e na formação dos adolescentes para que usem a internet com segurança;
e) Realizar ações articuladas de mobilização e sensibilização, em 18 de maio, dia nacional de luta contra o abuso e a exploração sexual contra crianças e adolescentes;
f) Mapear ativos de comunicação comunitária que possam contribuir para a difusão de conteúdos de comunicação sobre o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, produzidos por e para adolescentes e jovens.

Desenvolver estratégias nacionais para a garantia do direito a participação de crianças e adolescentes, preconizados na Convenção Internacional dos Direitos da Infância e no Estatuto da Criança e do Adolescente, de modo que eles possam contribuir com as demais estratégias da Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral dos Direitos de Crianças e Adolescentes;

Garantir a participação de crianças e adolescentes no Comitê Interinstitucional Permanente, levando em conta critério de diversidade regional, racial, de sexo e gênero, e outras;

Promover maior integração entre Defensoria, Promotoria e Magistratura para a articulação necessária na promoção dos direitos de crianças e adolescentes;

Dedicar esforços no sentido de impedir qualquer retrocesso nas legislações especiais, principalmente, no que se refere a redução da maioridade penal. Entendemos que isso passa pela necessidade de um posicionamento público da ABMP em relação ao tema, bem como, pela articulação junto a legisladores, veículos de comunicação e outros segmentos sociais para desconstruir os argumentos do senso-comum que criminalizam o adolescente e jovem e afirmam a redução como saída para os problemas de violência no país;

Difundir mais informações sobre o Sistema de Atendimento Socioeducativo – SINASE, para que a sociedade em geral, e especialmente, adolescentes em cumprimento de medidas e seus familiares conheçam plenamente seus direitos;

Incluir na grade curricular das escolas de cumprimento de medida socioeducativas de privação de liberdade atividades pedagógicas sobre o ECA e o SINASE, trabalhando transversalmente o tema em diferentes matérias como português, matemática, geografia, etc.;

Garantir a efetivação da Diretriz que trata sobre a participação crítica dos adolescentes na construção, monitoramento e avaliação das ações socioeducativas.

“Participação infanto-juvenil no Sistema de Justiça é a garantia da consolidação da cidadania”.
Foz do Iguaçu, 28 de março de 2014.
Rede de Participação Juvenil da ABMP
Ana Karoline (CE), Carlos Jr (SP), José Wilson (GO), Marina Rocha (RS), Monique Evelle (BA), , Luiza Bahia (BA), Lucas Alves (CE).

Igualdade Racial

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O Governo do Estado de Pernambuco realizou várias atividades de enfrentamento ao racismo institucional, levando em conta as Celebrações do Dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial, instituída pela ONU. A ação foi realizada pela CEPIR e COEPIR- Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial de Pernambuco, MNU- Movimento Negro Unificado de Pernambuco e teve parceria institucional com a Prefeitura da Cidade do Recife e a Universidade Católica de Pernambuco NUAMPO-NEABI.

 Atividades como roda de diálogo que tiveram temas relacionados ao racismo em sua forma inicial e nos dias atuais.

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Entre vários palestrantes, estava o Prof. Mário Theodoro, que contextualizou a questão racial no Brasil. O professor Mário Theodoro colocou o racismo como principal fator da desigualdade social em nosso país. Disse que o primeiro passo para enfrentar o racismo, seria conhece-lo.

Defensoria Pública de SP promove atividades de orientação jurídica e debate o tema da violência obstétrica

Defensoria Pública de SP promove atividades de orientação jurídica e debate o tema da violência obstétrica

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a Defensoria Pública de SP realiza durante o mês de março atividades de orientação jurídica à população, bem como de educação em direitos para debater o assunto da violência obstétrica. A iniciativa é do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria.

 

A violência obstétrica caracteriza-se pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres por profissionais de saúde, através de tratamento desumanizado, abuso de medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda da autonomia e capacidade de decidir livremente sobre seus corpos na sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vida das mulheres. A violência obstétrica pode ocorrer durante a gestação, durante o parto ou no momento pós-parto.

A Defensora Pública Ana Paula Meirelles, coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher, aponta que o tema deste ano tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre essa temática. “A violência obstétrica ainda é muito pouca tratada e discutida pela sociedade. Por vezes, muitas mulheres desconhecem que são vítimas destas situações. Nosso maior objetivo é informar as mulheres sobre quais são seus direitos antes, durante e após o parto. É importante que a mulher entenda se sofreu alguma violência, que denuncie o abuso e busque seus direitos.”

 

O tema da violência obstétrica foi escolhido após manifestação de entidades da sociedade civil no IV Ciclo de Conferências da Defensoria Pública, que solicitavam ampla sensibilização sobre o assunto.

 

Atividades na Capital

Na próxima segunda-feira (10/3), entre 8h e 12h, 15 Defensores Públicos estarão na Estação Clínicas do metrô (Linha 2 Verde) para oferecer orientações sobre o assunto da violência obstétrica e distribuir material informativo sobre o tema.

O evento é organizado pelo Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria, Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e a Ong Artemis.

Clique aqui para acessar o material informativo.

Além desse evento, haverá também, durante as sextas-feiras do mês de março, no atendimento inicial da Defensoria Pública (Av. Liberdade, 32 – Centro) oficinas sobre direitos da mulher na assistência ao parto, com apoio de profissionais da área.

Atividades no Interior

A Defensoria Pública, através de seus Centros de Atendimento Multidisciplinar (CAMs), também realiza diversas atividades em comemoração ao Dia da Mulher em todo o Estado. Confira as atividades abaixo:

Sorocaba: Evento em parceria com o Movimento Parto de Gente.

Jaú: Atividades em parceira com uma escola Estadual, que no dia 08 de março fará várias atividades para as mulheres.

Presidente Prudente: Atividade: intervenção sobre autoestima e cuidados; Instituto Embeleze irá realizar um dia de beleza na Defensoria; os Defensores irão trabalhar os temas específicos do direito”, em 07 de março, na triagem.

Praia Grande: Evento no Ambulatório de Especialidades Médicas (AME) da cidade, onde as mulheres fazem o pré-natal, abordando os aspectos psicológicos e jurídicos do tema.

Maioridade Penal e Encarceramento Juvenil

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A OAB-BA, através da Comissão de Direitos Humanos, realizará uma audiência pública, no próximo dia 11 de outubro, das 08:30 às 12 horas, no auditório da sua sede situada na Praça da Piedade (ao lado do Center Lapa). Na ocasião serão debatidas “As propostas de redução da maioridade penal e do aumento do encarceramento juvenil”.

A intenção é oportunizar à sociedade um espaço democrático para discutir este tema que tem ocupado a pauta midiática há alguns anos com foco na redução da maioridade penal e, mais recentemente, através de propostas que objetivam aumentar o tempo de privação de liberdade de adolescentes aos quais se atribua a autoria de ato infracional, comumente conhecidos como adolescentes infratores.

Estaremos lá!

Comunicação para a Erradicação do Trabalho Infantil

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Comunicadores da ong Cipó e Elias de Souza, articulador do Desabafo Social em Alagoas.

Aconteceu no 18/09 em Maceió-AL ,mais uma das oficinas realizadas pela CIPÓ, cujo tema foi “Comunicação e Trabalho Infantil”,que está sendo realizada no Norte e Nordeste entre os dias 12 e 26 de setembro.

A oficina em Maceió contou com a presença de diversos profissionais que fazem parte do Sistema de Garantia de Direitos (SDG), na instância regional. No primeiro momento foi debatido a situação dos municípios alagoanos no contexto do trabalho infantil e, em seguida, foi abordado um diagnóstico com os índices de trabalho infantil nos estados do Nordeste. O debate ao longo do evento foi contínuo e bastante edificante, se intensificando próximo do fim, onde foi feita uma dinâmica muito  interessante.

Segundo Maria Auxiliadora, uma das participantes da oficina, a solução para acabar com o trabalho infantil, é a elaboração de projetos assistenciais eficazes, que visem o acompanhamento familiar de maneira continuada.

No dia 26 de setembro, o Desabafo estará presente  na oficina que será realizada Salvador-BA.

Encontro Regional Sudeste de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Participantes do Encontro.

Nos dias 24 e 25 de agosto, Belo Horizonte foi sede do “Encontro Regional Sudeste de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”. Os fóruns e comitês da região indicaram seus representantes adultos e jovens que durante dois dias traçaram estratégias de articulação para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

O encontro começou as 09h do dia 24 de Agosto no Bristol Merit Hotel  com as boas vindas dos organizadores do evento e logo depois uma apresentação cultural com O Circo de Todo Mundo de MG contando com a participação de crianças, adolescentes e jovens que atuam na área de direitos da criança e do adolescente. Ocorreu em seguida uma apresentação da realidade de cada comitê estadual na região sudeste e posterior uma roda de conversa com a galera fazendo diversas perguntas aos representantes do Comitê Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (CNEVESCA).

Após o almoço, foi apresentado o filme Vida de Maria no qual foi gerado um debate super bacana entre os jovens e adolescentes que junto fora descobrindo a mensagem que este filme procura passar. Ao longo do dia uma representante da promotoria de MG foi participar da roda de debate esclarecendo algumas duvidas sobre a temática.

Em seguida o Rodrigo Correa falou o que seria O Projeto Aliança Nacional de Adolescentes (ANA) e seus objetivos e meios de mobilização em rede. Para encerrar o dia, jovens do Circo Social Baixada do RJ fizeram uma apresentação de dança com pernas de pau.

No segundo dia de encontro logo pela manha os participantes foram conhecer a Feira de Artesanato e o Parque Municipal de Belo Horizonte, já no período da tarde e na reta final do encontro foram divididos três eixos com os temas mobilização, prevenção e protagonismo para a construção do plano de ação da região sudeste em seguida cada eixo apresentou suas propostas e a devidas modificações no qual ficaram de serem socializada por email por conta dos horários de voo de alguns participantes.

SEMINÁRIO REGIONAL NORDESTE DA ABMP EM FORTALEZA.

Membros do Conselho Consultivo Nacional de Adolescentes e Jovens da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude.

Mais de 600 participantes marcaram presença nos dois dias do Seminário Regional Nordeste da ABMP em Fortaleza. Durante o Seminário, diversas mesas e oficinas discutiram os desafios para garantir a implementação efetiva do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Oficinas direcionadas para adolescentes, tiveram como facilitadores adolescentes e jovens membros do Conselho Consultivo Nacional da ABMP (CCNAJ). Ana Karoline (CCAJ-CE), representou o Conselho na mesa de abertura, ao lado da presidente e dos coordenadores regionais e estaduais. Felipe Vasconcelos (CCAJ-CE) e Enilson Ribeiro (CCAJ-MA), vestiram a camisa e entraram em campo com os adolescentes presentes na oficina “Direito a participação em jogo. Qual o seu time?”. Lucas Alves (CCAJ-CE) dividiu a mesa com Eduardo Rezende (TJ-SP) compartilhando conhecimentos sobre práticas restaurativas. Monique Evelle (CCAJ-BA) e Germana Oliveira (CCAJ-CE) utilizaram uma metodologia mais dinâmica para falar de um tema que diverge opiniões entre os estudantes brasileiros: Cota Racial nas Universidades Federais. Durante a oficina, um grupo pautou sua discussão utilizando Monique como exemplo. “Não sou cotista, mas sou a favor das cotas. Mas ser ou não ser cotista não faz você escapar do preconceito e discriminação do dia a dia.” , disse Monique.

Um pouco antes de terminar o seminário, os membros do CCNAJ tiveram um momento com os Promotores Juvenis, onde puderam ouvir opiniões, sugestões de melhorias e elogios a respeito da atuação dos conselheiros durante o evento. Logo após, os conselheiros entregaram a presidente da ABMP, Hélia Barbosa, a carta de intenções do CCNAJ que foi lida na plenária final. Desta forma, espera-se fortalecer a participação infanto-juvenil no Sistema de Garantias dos Direitos e no Sistema de Justiça da Infância e da Juventude cada vez mais.

Monique Evelle

Secretária Geral do Conselho Consultivo Nacional de Adolescentes e Jovens da ABMP

O responsável pelo conteúdo é o autor.

Seminário Regional Nordeste da ABMP

Ontem o Desabafo Social participou do Seminário 23 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente: Infância e Juventude – absoluta prioridade constitucional, no Ministério Público do Estado da Bahia, discutindo o tema “Por que dizer não a maioridade penal?”. Tema que já vem sendo discutido pelo Desabafo Social tanto nas rodas de conversa, quanto na Revista On-line Desabafo Social.

Agora iremos para o Seminário Regional Nordeste da ABMP, em Fortaleza, cujo tema é “O ECA revisado após as modificações legislativas e sociais: desafios de sua implementação”. Além disso participaremos da discussão sobre “Cota racial nas universidades federais”.

Vamos nessa fortalecer o debate! Participe também. Faça sua inscrição!

http://www.seminarionordesteabmp.com.br/